ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A ALIMENTAÇÃO ADEQUADA INTERFERE DE FORMA POSITIVA NA FASE DO CLIMATÉRIO E MENOPAUSA, FAZENDO COM QUE OS SINTOMAS DESAGRADÁVEIS SEJAM MENOS INTENSOS.

Menopausa designa o período fisiológico que se caracteriza pelo encerramento dos ciclos menstruais e ovulatórios. Inicia-se com idade variável, mas normalmente entre os 40 e 50 anos. surge exatamente em uma época em que a mulher está susceptível a várias complicações embora um pequeno % das mulheres podem não apresentar sintomas clássicos, mas terão todos os efeitos desagradáveis de forma silenciosa , esta é uma das características da menopausa. dentre os sintomas comuns na  menopausa bem como o  climatério que antecedem, estão o nervosismo, depressão, fadiga, instabilidade emocional e desânimo, etc. Se a menopausa é um fenômeno natural na vida da mulher, qual a razão dos médicos proporem um tratamento para o climatério, não deve ser uma pergunta, mas não tem sentido deixar a mulher em uma situação profundamente incomoda, antecipando inclusive seu envelhecimento estético, orgânico, talvés esses sejam motivos para que as pacientes nessas condições, tenham dificuldade de aceitar sua condição inexorável, o mesmo é valido para o homem na andropausa. No início da menopausa (perimenopausa), a mulher poderá sentir sintomas muito fortes, o que interfere na sua maneira de viver e em sua qualidade de vida. Nos últimos 30 anos, as conquistas da ciência em geral e da medicina em particular aumentaram em muito a idade média de sobrevida dos homens e principalmente das mulheres. Considerando a idade média da instalação da menopausa, por volta dos 40 anos, veremos que as mulheres passarão um terço de suas vidas sem hormônios. As mulheres eventualmente busque na alimentação, sobretudo na ingestão de doces e chocolate uma compensação para esse período difícil.
As oscilações hormonais do climatério e menopausa, estão associadas á necessidade de açúcar no sangue, assim como as mudanças de humor por deficiência de hormônios naturais da mulher. Além disso, o açúcar e o chocolate são antidepressivos naturais, porque aumentam a quantidade de serotonina no cérebro, aliviando a tensão e causando uma sensação de bem estar na época do climatério e da menopausa. O desejo por açúcar e doces está associado a certas deficiências vitamínicas. Recomenda-se que as mulheres complementem sua dieta com magnésio, cromo e vitaminas do complexo b para diminuir o desejo por esses alimentos altamente calóricos durante a menopausa, que apesar de ser uma situação em que diminui os principais hormônios femininos, portanto uma alteração endocrinológica.Fontes de magnésio: cereais integrais, castanhas, carnes, leite, vegetais verdes e legumes. Fontes de cromo: óleo de milho, mariscos, cereais integrais, carnes e água. fontes de vitamina b: carne de porco, gema de ovo, fígado, coração, miúdos presunto, nozes, levedo de cerveja, germe de trigo e peixes. O metabolismo basal no período  do climatério e menopausa diminui, ou seja, o gasto de energia diminui, e com a redução da atividade física pode diminuir as necessidades energéticas na mulher após os 40 anos de idades e se a ingestão calórica não for reduzida o excesso será acumulado em forma de gordura principalmente localizada ou seja sobrepeso, obesidade, podendo apresentar obesidade abdominal,visceral ou central, que pode ser até controlada. Uma alimentação adequada, balanceada rica em grãos e cereais integrais, frutas, vegetais, legumes e peixes, pobre em gorduras, com quantidades e nutrientes adequados é muito importante nesta fase, pois estabelece a prevenção da saúde, aumentando conseqüentemente a qualidade de vida da mulher. 
de melhorar o humor, a disposição, a qualidade do sono, a auto-estima, o aumento da motivação e alivia a ansiedade, temos alertado frequentemente deste inconveniente. Uma má nutrição pode prolongar a recuperação de doenças e/ou desencadear outras novas, comprometendo o seu bem estar . Infelizmente a mulher não acompanha de forma adequada estes detalhes no climatério e na menopausa, até porque tem um pouco de resistência ao problema. Alguns cuidados devem ser tomados para não comer demais por descontrole emocional, poderá evoluir para uma situação em que a obesidade controlada fica em segundo plano; é preciso não pensar nos problemas durante as refeições, buscar o prazer e a sensação de bem estar durante a refeição, identificar se há realmente a presença da fome ou se o impulso de comer esta apenas compensando um desejo psicológico, mastigar bem os alimentos tendo paciência para comer. Essas atitudes ajudam no controle da compulsão alimentar emocional e ai sim sentir que a menopausa ou o  climatério não levou ao excesso de peso, não precisando emagrecer ou ter uma obesidade controlada ,entre aspas.
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
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Dra. Henriqueta V. Caio
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Como Saber Mais:
1. Quais as consequencias que a falta de hormônio faz em nosso corpo…como saber mais.
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2. Quando devo começar a me preocupar com a reposição hormonal…como saber mais. Será que é quando começa a aparecer os sintomas …como saber mais.
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3. Menopausa e Climatério como saber se já chegou a hora…como saber mais. Tire suas duvidas.
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Referências Bibliográficas:
J Judith L. Turgeon Donald P. McDonnell , Kathryn A. Martin e Phyllis M. Wise 
Departamento de Medicina Interna, Divisão de Clínica, Nutrição Endocrinologia e Medicina Vascular, Universidade da Califórnia-Davis, Davis, CA 95616, EUA.
Departamento de, Fisiologia Neurobiologia e Comportamento, Divisão de Ciências Biológicas, Universidade da Califórnia-Davis, Davis, CA 95616, EUA.
Departamento de Farmacologia e Biologia do Câncer, Centro Médico da Universidade Duke, em Durham, NC 27710, EUA.Escola Médica de Harvard, Unidade endócrino reprodutivo, Massachusetts General Hospital, Boston, MA 02114, EUA. Science magazine – vol 304 pag. 1269.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A TERAPIA DE REPOSIÇÃO HORMONAL NA ÉPOCA DO PERÍODO CRÍTICO DA MULHER , AJUDA A PROTEGER A PARTE NEUROLÓGICA (COGNITIVA – INTELECTUAL) SE INICIADA QUANDO SURGEM OS PRIMEIROS SINTOMAS DA MENOPAUSA.

Em se falando do período crítico da mulher (menopausa) , ou seja, onde se tenta explicar as discrepâncias observadas quanto aos estudos feitos com terapia de reposição hormonal (TRH) e cognição, realmente se observa um declínio menor da cognição durante a vida das mulheres que fazem a terapia de reposição hormonal quando surgem os primeiros sintomas da menopausa, mas não quando se começa a terapia de reposição hormonal (TRH), anos mais tarde.
Foram revistos estudos, nos quais a terapia de reposição hormonal (TRH) foi providenciada assim que surgiram os sintomas relativos ao período crítico das mulheres (menopausa) e nestes estudos se observou que quanto mais precoce se iniciasse a terapía de reposição hormonal (TRH) na mulher, tanto menor era a diminuição da função cognitiva nas mulheres mais velhas.Fazendo-se uma reanalize dos dados obtidos no Women’s Health Initiative (Iniciativa da Saúde da Mulher) mostrou efeitos benéfico da terapia de reposição hormonal (TRH) no aparelho cardiovascular e nas doenças da mama em mulheres com idades variando de 50 a 59 anos. Pensa-se ser benéfica a terapia de reposição hormonal (TRH) por 15 a 20 anos após seu início.
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Como Saber Mais:
1.Se utilizado o próprio hormônio fabricado pela mulher é mais eficiente a TRH …
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2. A Reposição Hormonal da Mulher (TRH) evita a osteoporose …
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3.Afinal,é a TRH ou a falta dos hormônios adequados que levam a obesidade e sobrepeso …           
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Referências Bibliográficas:
Sherwin, B.B. Nat. Rev.Endocrinol. 5, 620-627 (2009); doi: 10.1038/nrendo.2009.193.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: EVIDÊNCIA NEUROPROTETORA DO ESTROGÊNIO SOBRE O CÉREBRO DAS MULHERES NA PÓS-MENOPAUSA.

Há um crescente apoio científico para um papel neuroprotetor do estrógeno em mulheres no decorrer da idade, mesmo que ainda exista a questão de se saber se há riscos para a função cerebral que poderiam superar os benefícios da reposição hormonal pós-menopausa. Em um novo estudo (diferenças no metabolismo cerebral regional associadas às formas específicas da terapia de reposição hormonal em mulheres pós-menopáusicas com risco aumentado para desenvolver a doença de Alzheimer, Psychoneuroendocrinology (2011) 36, 502-513), HS Daniel Silverman et al. publicaram os resultados de um estudo prospectivo, longitudinal, ensaio clínico aleatório, em que a idade pós-menopausa de 50 a 65 anos com diferentes formas de terapia de reposição hormonal e o risco aumentado para a doença de Alzheimer foram avaliados com testes cognitivos (intelectual, capacidade de concentração, raciocínio, etc) e de imagem funcional do cérebro com o PET (positron electron tomography) no início e após dois anos de qualquer tratamento com ou sem interrupção da terapia de reposição hormonal. Eles foram capazes de mostrar evidências de preservação relativa do metabolismo em regiões cerebrais específicas em todas as mulheres que ficaram mais expostas ao estrogênio endógeno (idade da menopausa menos a idade da menarca). Além disso, houve especificidade regional dos efeitos neuroprotetores dos estrogênios. As mulheres que tomaram o 17-beta estradiol bio-idêntico (idêntico ao produzido no organismo da mulher) (E) apresentaram um resultado muito superior ao resultado observado em mulheres que fizeram uso de estrogênios conjugados eqüinos (Ece) em testes de memória verbal, e tinham um metabolismo mais elevado na área da fala, de memória verbal, observados em seus cérebros no PET scan (escaneamento). As mulheres que tomaram compostos de progesterona, tinham menor metabolismo cerebral em comparação com as mulheres que tomaram estrogênio nas regiões cerebrais frontais e temporais. Estas descobertas reforçaram um papel neuroprotetor do estrogênio, pelo menos em mulheres de meia idade com risco aumentado para o desenvolvimento futuro da doença de Alzheimer. Como estes resultados podem ser generalizados, de forma mais ampla, continua a ser visto, no entanto, este estudo como um fator que colabora com as decisões atuais sobre se uma mulher deve fazer terapia de reposição hormonal após a menopausa, por quanto tempo ela deve fazer uso do estrogênio, de que forma deve fazer uso do estrogênio, também se deve considerar seu perfil de risco futuro para a doença de Alzheimer e se deve considerar o uso do 17-beta estradiol (E). 
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1. Os resultados da terapia de reposição hormonal com 17-beta estradiol bio-idêntico (E) apresentam melhores resultados?
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2. As mulheres que tomaram compostos de progesterona, tinham menor metabolismo cerebral em comparação com as mulheres que tomaram estrogênio nas regiões cerebrais frontais e temporais?
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3. As descobertas reforçaram um papel neuroprotetor do estrogênio, pelo menos em mulheres de meia idade com risco aumentado para o desenvolvimento futuro da doença de Alzheimer?
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Alan Jacobs, MD Neurology, Mar 29, 2011.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: AS CONTROVÉRSIAS SOBRE A TERAPIA DE REPOSIÇÃO HORMONAL NO CLIMATÉRIO, MENOPAUSA, PÓS-MENOPAUSA DEVIDO AO USO DE ESTRÓGENO, MAS JÁ SE SABE QUE ISTO NÃO É VERDADE.

A recente descoberta de que, por si só a terapia com estrogênio pode realmente reduzir a incidência de câncer de mama tem criado certo grau de confusão na grande mídia. Por exemplo, em seus comentários sobre o estudo, a colunista Gail Collins do New York Times  pediu que os médicos fizessem uma reflexão. No entanto, um editorial publicado online em 10 de abril na Cancer Prevention Research  sugere que estes resultados não são desconcertantes, nem contraditórios, mas são coerentes com a biologia subjacente do estrógeno e câncer de mama, se devidamente observados. Especificamente, mesmo que pareça paradoxal, porque o estrogênio é reconhecido por estimular o crescimento do câncer de mama, segundo observações laboratoriais efetuadas sobre o mecanismo de apoptose (morte celular) induzido por estrogênio sob circunstâncias ambientais corretas.Ou seja, a apoptose pode ser induzida por estrógeno exógeno (de fora do organismo, quando houve um período de privação do estrogênio natural a longo prazo. Isto ocorre em mulheres que ficam um longo período com privação de estrogênio natural no período que antecede a menopausa e passam a fazer uso de estrogênio. Foi efetuado um acompanhamento por cerca de 10 anos e 6 meses de mulheres na pós-menopausa com histerectomia prévia, e o desenvolvimento de câncer de mama foi reduzido entre as mulheres que receberam terapia com estrogênio isoladamente, em comparação com o grupo placebo (substância inócua), mesmo após a cessação do tratamento. O estudo, que foi publicado em 06 de abril na JAMA , que tirou seus dados da Women’s Health Initiative (WHI) da reposição isolada de estrogênio.  (JAMA ;. 2011 305:1305-1314, 1354-1355). A confusão se deve a descobertas anteriores da Women’s Health Initiative, quando do estudo combinado de estrogênio e progestina que foi interrompido em julho de 2002 devido a um risco aumentado de câncer de mama e derrame. Dois anos mais tarde, o estudo de utilização de estrogênio isoladamente foi interrompido. Women’s Health Initiative interrompeu precocemente o estudo sobre utilização isolada de estrogênio após uma média de 7 anos e 1 mês de acompanhamento devido a um aumento do risco e poucas probabilidades das perspectivas dos benefícios do estudo. No entanto, observou-se que os dados pós-intervenção para as mulheres que haviam usado estrogênio por uma média de 5 anos e 9 meses não foram associados com um risco aumentado ou diminuído de doença cardíaca, trombose venosa profunda, acidente vascular cerebral, fratura de quadril, ou câncer colo-retal, ou mortalidade total. As evidências de diminuição do risco de câncer de mama persistiram. Women’s Health Initiative – A utilização isolada do estrogênio demonstrou uma diminuição de aparecimento de câncer de mama durante o tratamento, e por até cinco anos após o tratamento.
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Como Saber Mais:
1. A recente descoberta de que, por si só a terapia com estrogênio pode realmente reduzir a incidência de câncer de mama tem criado certo grau de confusão na grande mídia?
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2. A Cancer Prevention Research  sugere que estes resultados não são desconcertantes, nem contraditórios, mas são coerentes com a biologia subjacente do estrógeno e câncer de mama, se devidamente observados?
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3. Observou-se que os dados pós-intervenção para as mulheres que haviam usado estrogênio por uma média de 5 anos e 9 meses não foram associados com um risco aumentado ou diminuído de doença cardíaca, trombose venosa profunda, acidente vascular cerebral, fratura de quadril, ou câncer colo-retal, ou mortalidade total?
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V. Craig Jordan, PhD, DSc, FMedSci diretor científico e vice-presidente da oncologia do Lombardi Comprehensive Cancer Center da Georgetown University, Washington, DC. De Andrea Z. LaCroix, PhD, da Fred Hutchinson Cancer Research Center em Seattle, Washington.; Andrea Z. LaCroix, PhD, da Fred Hutchinson Cancer Research Center em Seattle, Washington. Medscape Medical News > Oncologia – 22 de abril de 2011.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: MENOPAUSA PRECOCE OU PERIMENOPAUSA: ASSOCIAÇÃO ENTRE HISTERECTOMIA E MENOPAUSA PRECOCE OU PERIMENOPAUSA.

A histerectomia é um dos mais comuns procedimentos cirúrgicos realizados, tanto que 1/3 das mulheres relatam terem sido histerectomizadas aos 60 anos. Embora tenha os respectivos riscos que estão associados a qualquer procedimento cirúrgico importante, sua frequência fez com que pareça ser um procedimento muito bom tanto para o médico quanto para a paciente. Na verdade, a histerectomia tem sido associada a uma série de bons resultados. Em um grupo de mulheres submetidas à histerectomia por condições benignas, a histerectomia não apenas melhora os sintomas pélvicos, mas também da auto-avaliação da saúde mental, da saúde em geral e das atividades das pacientes neste 1 ano após o procedimento. Também se observou que em cerca de 13% das mulheres histerectomizadas, foram relatados fogachos durante este período de 1 ano. Com estes dados, houve a preocupação de que a histerectomia pode levar à menopausa precoce ou perimenopausa. A histerectomia pode ser acompanhada de ooforectomia (retirada de ovário) unilateral, bilateral, ou sem ooforectomia. Mulheres que realizaram histerectomia desenvolveram menopausa cerca de quase quatro anos mais cedo do que as que não foram submetidos a histerectomia, portanto a histerectomia leva à menopausa precoce ou perimenopausa, levando as mulheres histerectomizadas a apresentarem os sintomas da menopausa mais precocemente, comprometendo sua qualidade de vida, interferindo em suas atividades. Deve-se levar em conta também, que muitas mulheres são submetidas à histerectomia por apresentarem um sangramento uterino disfuncional, um sintoma que pode ser um prenuncio da menopausa. A menopausa precoce ou perimenopausa, não traz antecipadamente somente os sintomas da menopausa, mas também compromete sua saúde. No início da menopausa aumenta o risco de osteoporose, nas mulheres na pós-menopausa ficou claro que a cada ano de atraso do início da menopausa houve um risco reduzido de cerca de 2% para a mortalidade cardiovascular. Muitas mulheres que apresentam indicações benignas para possíveis histerectomia, incluindo o sangramento uterino disfuncional ou dor pélvica crônica, são encaminhadas à sala de cirurgia, sem se avaliar de forma correta a função ovariana futura, muitas delas também podem ter poucas indicações para a cirurgia. Os médicos devem considerar todos os riscos, incluindo uma menopausa precoce, que estão associadas à cirurgia e a validade destes riscos com os possíveis benefícios da histerectomia para cada paciente. Quando a paciente e o médico entender entenderem melhor o que poderá ocorrer, então uma decisão consciente sobre a cirurgia poderá ser feita em conjunto.
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Referências Bibliográficas:
Charles P. Vega, FAAFP, MD Farquhar CM, L Sadler, SA Harvey, AW Stewart BJOG.
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